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ALPIARÇA | Programa de Comemorações dos 48 Anos do 25 de Abril de 1974 

 



 

ESPETÁCULO MUSICAL "A minha pária é a Música Portuguesa" | 48 Anos de Abril

 

Poderão as canções contar a História de um País?

É para tentar responder a esta questão que nasceu A MINHA PÁTRIA é a MÚSICA PORTUGUESA – 48 anos de Abril, espetáculo que começará já a celebrar os 50 anos da Revolução do 25 de Abril de 1974 sendo apresentado a 24 de Abril próximo, no Mercado Municipal de Alpiarça, terra incontornável na História da resistência antifascista em Portugal.

 

«Trova do vento que passa», «Pedra filosofal», «Cantar da emigração», «Para os braços da minha Mãe», «Menina dos olhos tristes», «Os lobos e ninguém», «Vejam bem», «A morte saiu à rua», «Menino do bairro negro», «Amélia dos olhos doces», «Desfolhada portuguesa», «A tourada», «Os vampiros», «O charlatão», «Demagogia», «Madrugada», «Eu vim de longe», «E depois do adeus», «Grândola Vila Morena» serão cantadas, tocadas, dançadas e vídeografadas num esforço de atualização, reinvenção e contemporaneidade.

 

 

Os arranjos são originais e combinam as linguagens da música clássica, música contemporânea, jazz, world music e música pop. A coreografia é também ela original e é iminentemente de inspiração contemporânea. O vídeo foi produzido e será operado em directo pelo premiado realizador Francisco Noras a partir das imagens disponibilizadas pelo Arquivo histórico da RTP, pelo Arquivo histórico da Associação 25 de Abril e por um conjunto de imagens captadas no Portugal de 2022.

 

Também aqui se procura responder às inquietações: que actualidade terão estas obras? Como as ouviremos meio século depois (e algumas mais ainda)? O que mudou, o que permaneceu e o que mudou não deixando de ter permanecido?

 

Da autoria de Joaquim Lourenço, cantor, actor e produtor português, que depois das bem sucedidas experiências da Broadway e da Off-Broadway Nova-Iorquinas e da Digressão Nacional Ary, O Poeta das Canções (que se manteve em cena de 2009 a 2019) volta a juntar neste projecto uma nova e consagrada geração de músicos portugueses que fazem jus à dignidade e ousadia das versões:

Joaquim Lourenço - Voz
João Guerra Madeira – Piano e Fender Rhodes
Daniela de Brito – Violoncelo
António Barbosa – Violino
Pedro Santos – Acordeon e Bandoneon
Nanã Sousa Dias – Saxofones (Tenor e Soprano)
Bruno Mira – Guitarra Portuguesa
Alexandre Alves - Bateria
Catarina Gonçalves e Bruno Freitas – Dança Contemporânea
Francisco Noras – Vídeo (edição e operação)

 

Entradas Livres com obrigatoriedade do uso de máscara

 


 

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